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Associação Gaita de Foles
A ideia de constituir a Associação Gaita de Foles surgiu em 1994, através da reunião de muitas pessoas
apaixonadas pelo instrumento e a sua tradição portuguesa, sendo uma instituição dedicada não só ao contexto
português do instrumento, extremamente rico, mas também a todos os instrumentos do género que existem um
pouco por todo o mundo, de Portugal à França, do Magreb à Ásia. Hoje, para além incluir gaiteiros, artesãos,
músicos, professores e investigadores de todo o país, é também uma instituição que acolhe e apoia o trabalho
de numerosas publicações, escolas, grupos musicais, investigação etnomusicológica, etc.
http://www.gaitadefoles.net/
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Chuchurumel
Após o lançamento do primeiro disco (“No Castelo de Chuchurumel”), ocorrido em Junho de 2005, o grupo
estreia um novo espectáculo: Tapete Voador. A música tradicional portuguesa, ao passar pela peneira
Chuchurumel, deixa-se influenciar por elementos contemporâneos que nos tocam, tanto quanto as nossas
raízes musicais mais profundas.
No Tapete Voador cruza-se a tradição musical popular portuguesa com o processamento digital do som,
com programações e com a música electrónica. Voam todos juntos, dando assim origem a um projecto
musical ímpar no panorama da música portuguesa. Pretende-se, portanto, recriar a música tradicional,
lançando mão a recursos e a estéticas que, à partida, pertencem a outros universos musicais.
No Entrudanças poderemos assistir a alguns temas dos álbuns aqui mencionados bem como do “baile
pu pular”, tocando músicas especificamente para baile.
César Prata: Adufe, bandolim, groove box, guitarra, peleiras*, percussões, programações sanfona, sibines
e voz.
Julieta Silva: Caixa de música, concertina, pad de percussão, percussões, programações, punkeira*,
sibines* e voz.
* Instrumentos construídos por César Prata
www.chuchurumel.com
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Dançarilhos
Os Dançarilhos são um grupo de amadores das danças populares de raiz tradicional – sobretudo portuguesas
e europeias – que se dedica ao seu estudo e divulgação. Neste sentido, dinamizam diversas actividades
centradas nessas danças, com o objectivo de incentivar a sua descoberta num ambiente lúdico e agradável,
procurando sempre que possível uma participação activa por parte do público.
http://dancarilhos.no.sapo.pt/
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fol&ar
João Salvado - Concertina
Hugo Lopes - Concertina
Miguel Gelpi - Contrabaixo
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Genny Lemos
Terminou em Janeiro de 2006 o Curso Hip Hop College reconhecido pela “Madonna Grimes Fitness and Dance
Theatre Company”. Fez “Urban Striptease Aerobics” e participou em vários workshops de Fitness, entre eles:
“Scream 2005”, “Exponor 2005” e “Convenção FitnessSida 2005”. Fez um Curso de Manequim e Iniciação
Artística 2b. Professora de Hip Hop no Projecto Mais Vale 2005, em várias escolas de Évora e no ATL de
Évora, desde Fevereiro de 2005.
www.gennylemos.no.sapo.pt
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Grupo Coral As Camponesas
As “Camponesas de Castro Verde” são uma formação que há mais de 20 anos trabalha para preservar e
divulgar o canto tradicional do Baixo Alentejo.
http://cantoalentejano.com/grupos/?content=caponesas_castro.htm
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Grupo Coral Os Ganhões
“Os Ganhões” de Castro Verde conhecem o tamanho das palavras que cantam.
Palavras singelas: terra, sol, Alentejo: palavras imensas.
“Os Ganhões” cantam o sentido dessas palavras tão grandes.
E as suas vozes, espalhadas sobre a terra, entram dentro da gente e são infinitas.
José Luís Peixoto
http://www.ganhoescastroverde.com
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Grupo Coral Vozes de Casével
Associação VOZES DAS TERRAS BRANCAS, uma associação cultural na freguesia de CASÉVEL (Castro Verde)
e que dinamiza e preserva o Cante através dos seus Grupos Corais “Vozes de Casével” e Feminino “As antigas
Mondadeiras de Casével”.
Além do Cante aquela Associação desenvolve outras actividades culturais e sociais na sua sede própria, onde,
com toda a dignidade, tem uma pequena representação de alfaias e outros objectos de uso agrícola e doméstico.
Por encomenda, e para grupos de pessoas, aquela Associação serve na sua sede a rica gastronomia alentejana,
podendo em simultâneo ser ouvido o cante num ambiente fraterno e de grande convivialidade.
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Hedvig Priimagi
Começou pela Dança Antiga (medieval e renascentista) pelo grupo Saltatriculi.
Desde 2003, que é monitora de danças tradicionais, da Estónia, dos países Bálticos (Letónia, Lituânia) e Europeias.
Tem participado como monitora e cantora, em vários festivais da Europa, tais como, Damada, Gennetines,
Andanças, Danzas Sin Fronteras.
Lecciona aulas de dança por toda a Estónia e em alguns festivais com o grupo Viis.
Hedvig, toca e canta nos grupos, Viis, Väike Hellero, Krää, Sinimaniseele, Kui ma ükskord e Eric Théze
(Place des Miracles).
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Joana Negrão
Passagem por diversas técnicas como a dança Moderna (Graham), dança Clássica entre outras disciplinas, na
Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.
Experiência em animação de rua e teatro com a Associação Juvenil Imagine, de Setúbal entre 1999 e 2001.
Interesse pelas danças tradicionais europeias desde o primeiro contacto com os festivais de Inverno da
PédeXumbo em Évora, em 2000 e, desde aí, aprendizagem das mesmas em workshops e festivais em Portugal,
Espanha e França.
Aluna do Curso de Iniciação à Gaita-de-foles pela Associação Gaita-de-foles desde 2003.
Participação em diversos workshops de Canto Tradicional e Percussões (Adufe e Pandeireta Galega).
Participação como cantora convidada em vários concertos com o grupo Uxu Kalhus junto do qual, também já
animou alguns bailes de danças tradicionais europeias.
Membro do grupo de danças e músicas tradicionais Galegas e Portuguesas Pula-lhe o Pé (voz, pandeireta, adufe
e gaita-de-foles) desde 2005.
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La Font De La Carota
La Font de la Carota nasce em Igualada (Espanha) no ano de 1997 como resultado da união de seis músicos de
diferentes origens musicais (clássica, tradicional, rock...). Ao longo de todos estes anos, La Font tem procurado
o seu som e estilo, experimentando diversas modalidades da música instrumental e vocal inspirada no repertório
tradicional Catalão e de outros sítios.
No ano 2000, gravam a primeira maquete e consolidam-se como grupo de baile actuando entre outros nos
seguintes eventos em Espanha: "Tradicionàrius de la Pobla de Segur”, “Tradicionàrius del CAT” (edições 2002,
2003 e 2004), “Tradicionàrius de las Terres de l’Ebre” “Tradicionàrius de Sa Pobla” em Mallorca.
La Font de la Carota querem oferecer ao público uma experiência trepidante de baile e danças, cheia de danças
colectivas, valsas, mazurcas e outras danças populares da Catalunha. Tudo bem alinhado com uma boa dose de
bom humor, procurando a todo o momento uma ligação muito directa com o público, criando assim um ambiente
cheio de cumplicidade.
Marc del Pino: Acordeão Diatónico
Àngel Laguna: Sac de gemecs, Sanfona, flautas e pandeireta
Ester Alonso: Flauta transversal
Santi Méndez: Guitarra espanhola e eléctrica
Toni Vilaprinyó: Baixo, colheres e voz
Ildefons Alonso: Bateria
http://www.fontdelacarota.com/
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Lisou (Isabelle) Guerbigny
Foi monitora de dança tradicional europeia na Escola Pé de Dança, em Évora, e numa série de festivais nacionais e
estrangeiros. É Membro do grupo Uxu Kalhus (como monitora de dança) e leccionou aulas intensivas de «Danças
do Poitou» no quadro dos encontros da dança (Besançon - França).
Desde 1979, participa em vários festivais e encontros de dança tradicional em Portugal e em França.
Actualmente lecciona aulas de dança europeia em Carvalhais e S. Pedro do Sul.
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Matias
É um dos grandes dinamizadores de bailes e jam sessions de danças tradicionais europeias por Lisboa, sobretudo
no Teatro Ibérico onde também realiza trabalho como actor.
Monitor de danças tradicionais europeias na Quinta da Regaleira (Sintra), é ainda responsável pelo Blogue Trad
Balls, onde se pode encontrar bastante informação, com uma agenda actualizada sobre Bailes, Jam Sessions,
Festivais, Fotos e Oficinas de Danças Tradicionais que se vão realizando em Portugal e no estrangeiro.
Faz parte dos Dançarilhos e do Rancho Folclórico das Salineiras de Lavos.
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Mercedes Prieto
Formação académica superior em Dança pela FMH/UTL.
Desde 1994 trabalha em cooperação com a Xunta de Galicia para quem realizou cursos de Dança Galega em
Barcelona, Saragoça, Antuérpia, Nurembergue, Mar del Plata, Lima, Caracas e Valência.
Lecciona Danças Europeias desde 1998 em diversos festivais e instituições em Portugal e no estrangeiro.
Tem vasta experiência de formação de professores e crianças de ensino básico, no âmbito das danças do mundo,
tendo produzido os seus próprios materiais didácticos nesta área.
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Montse Rivera
Monitora de danças galegas, canto e de pandeireta.
Tem realizado diversos trabalhos de recolha e participado em inúmeros projectos e discos na vizinha Galiza.
Actualmente, faz parte dos grupos: Pula-lhe o Pé, Leilía e “Os Xeitosos de Trazo”.
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Pedro Mestre
A Viola Campaniça, instrumento construído artesanalmente, é uma das referências musicais no campo da tradição
do Baixo Alentejo. Durante muito tempo esquecida, esta viola acompanhou as modas de despique e baldão que se
cantavam sobretudo em momentos de festa, como a Feira de Castro e os arraiais populares. Actualmente poucos
são os tocadores deste instrumento, agora com alguma projecção. Assim, esta oficina de modas campaniças,
conduzida pelos tocador (e também construtor) Pedro Mestre, visa transmitir alguns conhecimentos sobre as
características da viola, do repertório musical existente e das técnicas de construção. Uma actividade que surge
na sequência do novo fôlego que se procura dar à Viola Campaniça, graças ao trabalho de algumas associações.
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Pula-lhe o Pé
O grupo Pula-lhe-o-pé nasce com a ideia de recuperar a cultura participativa que existía há uns anos, um modo
diferente de estar onde se bailava, cantava e as pessoas relacionavam-se mais através da música.
Nos concertos interpretam temas tradicionais galegos e portugueses, e querem que o público ademais de ser um
simples espectador passe a formar parte do espectáculo: “que cante e baile connosco”. Ainda que muitos dos que
os vão ver não saibam bailar, isso não tem que ser uma barreira já que, o que fazem, é ir ensinando duma maneira
singela e divertida os passos de baile de cada um dos temas, com calma, e buscando acima de tudo uns momentos
de divertimento e ao mesmo tempo de relaxamento.
Quando a música soa, todos são parte do espectáculo, procurando que as pessoas se deixem envolver pela magia
do momento e “dancem connosco”.
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Sons do Vagar
Sons do Vagar resultam de uma visita à memória vocal e instrumental do Alentejo.
As mudanças que se fizeram sentir na sociedade rural nos últimos 50 anos desencadearam transformações nos
momentos de sociabilidade e nas práticas musicais que lhes estavam associadas, o que fez repensar as noções
de tempo e espaço. Despertos pelas memórias de um passado que transporta as suas sonoridades, os Sons do
Vagar procuram, numa lógica própria do seu tempo, reinterpretar e transportar para o presente estas práticas,
reproduzindo os ambientes musicais que num contexto rural surgiam como contraponto ao trabalho do campo,
dando espaço àqueles momentos em que o “vagar” lhes permitia as práticas rituais religiosas ou a folia festiva.
Sons do Vagar juntam um instrumentista e duas vozes femininas que dão corpo a uma ideia que pretende ser uma
singela manifestação de apreço e reconhecimento da nossa identidade musical.
Do “peditório” à “alvorada” o tamborileiro anunciava a festa, e as vozes das mulheres despertavam nos primeiros
cantos ao S.João ou ao Menino Jesus, para mais tarde nas noites de Quaresma gritarem as lamentações
religioso/pagãs da Semana Santa. Com a Primavera, à porta do “monte” ou no terreiro da aldeia, entoava-se a viola
acompanhando as vozes na descrição da paisagem e amores anunciados... era o ciclo.
Isabel Bilou – Voz Susana Bilou Russo – Voz Gil Nave – Tamboril e Viola Campaniça
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Tony Tavares
António Tavares nasceu em Cabo Verde, onde iniciou o seu trabalho na área da dança. Fundou e dançou
em diversos grupos de dança no Mindelo, desenvolvendo paralelamente um trabalho de pesquisa sobre a Dança
Africana. Desde cedo ficou latente o seu talento multifacetado. Trabalhou, entre outros, com Olga Roriz,
Aldara Bizarro, Francisco Camacho, Rui Nunes e José Laginha, desenvolvendo ao mesmo tempo os seus próprios
trabalhos, de onde se destacam "Fou-Naná" (a convite do Centro Cultural de Belém-1997) e “SOBREtudo”
(uma produção do festival internacional de dança contemporânea Danças na Cidade’97), "Danças de Câncer"
(uma co-produção Portugal/Cabo Verde, com música original de Vasco Martins (1999); coreografou o espectáculo
multimédia “Blimundo”, do cineasta caboverdiano Leão Lopes. Na área da música trabalha, entre outros, com
Victor Gama (Projecto Pangeia/Kissanges), e com grupos de baile de novas tendências da música tradicional
cabo-verdiana Sossabe e Trio Founana.
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Uma Coisa Em Forma De Assim!
Um dos novos grupos que se movimenta no âmbito dos bailes e das danças tradicionais europeias com a
particularidade de contar com uma secção de sopros.
Filipe Valentim – Sax Barítono
Raimundo Semedo – Sax Soprano
Tiago Cordeiro – Sax Alto
Lino Guerreiro – Sax Tenor
Emanuel – Acordeão
Paulo Machado – Baixo
Filipe Simões – Percussão
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