ENTRUDANÇAS

Numa aposta renovada nos novos grupos de baile de danças tradicionais portuguesas e 
europeias, Entradas volta a receber um evento com muita animação, entre oficinas, bailes, 
concertos e passeios. Uma forma diferente de viver e participar no Entrudo...


INFORMAÇÕES
          
Associação PédeXumbo         
266 732 504                         
www.pedexumbo.com
                                     
                     
                             
--PROGRAMA
 

SÁBADO, 25 FEV

11H30> Oficina de Danças Africanas – Tony TavaresCRE - Centro Recreativo de Entradas
14H00> Arruada pela Associação Gaita de Foles 
14H30> Oficina de Máscaras de Carnaval (inscrições no secretariado) - A Fábrica ESCOLA
         > Oficina de Artesanato: lã + cerâmica – JUNTA DE FREGUESIA
15H00> Oficina de Modas de Baile Alentejanas – Cantares da Meia Noite - CRE
         > Oficina de Danças Europeias I – Joana Negrão - TENDA
16H30> Oficina de Valsas & Contradanças – Mercedes PrietoCRE
         > Oficina de Danças Portuguesas – Dançarilhos - TENDA
17H00> Oficina de Gaita de Foles pela Associação Gaita de Foles – ESCOLA
18H00> Actuação/Baile com o Grupo Cantares da Meia Noite - CRE
         > Oficina de Hip Hop – Genny Lemos - TENDA
21H30> Concerto com Sons Do VagarIGREJA
22H00> Arruada com o Grupo Coral Vozes de Casévelda IGREJA até ao CRE
22H30> Baile com Chuchurumel - CRE
24H00> Baile com Uma Coisa Em Forma De Assim! - CRE

DOMINGO, 26 FEV

11H30> Gastronomia: Oficina de Açorda Alentejana + Bolinhos (possibilidade de almoço para os participantes) – MONTE GONÇALINHO 
            (inscrições no secretariado)
         > Passeio de tractor: à ribeira dos Cobres (inscrições no secretariado)
         > Oficina de Máscaras de Carnaval (inscrições no secretariado) - A Fábrica ESCOLA
         > Oficina de Danças Europeias II – Matias - CRE
14H00> Arruada pela Associação Gaita de Foles 
15H00> Oficina de Danças Galegas e Portuguesas – Montse Rivera / Mercedes Prieto - CRE
         > Oficina de Danças Bálticas – Hedvig Priimagi - TENDA
16H30> Oficina de Hip Hop – Genny Lemos - TENDA
         > Oficina de Danças do Poitou – Lisou TENDA
17H00> Oficina de Pandeireta (iniciados) – Montse RiveraESCOLA
         > Oficina de Pandeireta (avançados) – Montse RiveraESCOLA
18H00> Oficina de Cante Alentejano – Os GanhõesTABERNA
        > Oficina de Danças Catalãs – La Font De La CarotaCRE
21H00> Astronomia – Início das sessões de planetário – Prof. Máximo Ferreira - Tenda
21H30> Actuação de Grupo Coral As Camponesas - CRE
22H00> Baile com fol&ar - CRE
23H30> Baile com Pula-lhe o Pé - CRE

SEGUNDA-FEIRA, 27 FEV

11H30> Oficina de Máscaras de Carnaval (inscrições no secretariado) - A Fábrica - ESCOLA
         > Visita à Herdade da Malhadinha (inscrições no secretariado)
         > Oficina de Bourrées – Lisou CRE
14H00> Arruada pela Associação Gaita de Foles (a confirmar)
15H00> Oficina de Danças Catalãs – La Font De La Carota - CRE
         > Oficina de Danças Bálticas – Hedvig Priimagi - TENDA
16H30> Oficina de Danças Europeias III – MatiasCRE
         > Oficina de Danças Africanas – Tony Tavares - TENDA
17H00> Oficina de Modas Campaniças – Pedro Mestre - ESCOLA
21H30> Actuação de Violas Campaniças - IGREJA
         > Oficina de Pinturas Faciais – Marta Moreno - TENDA
22H00> Arruada com o Grupo Coral Os Cardadores da Seteda IGREJA até ao CCE
22H30> Baile com La Font De La Carota - CRE
24H00> Baile com Zigaia - CRE

OUTROS:
         > Exposição de Gaita de Foles - Associação Gaita de Foles - ESCOLA
                
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--PREÇOS
 

3 dias - 25 Euros 
1 dia - 10 Euros
Baile - 7 Euros

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--ESTADIAS
   

Acampamento: é possível ficar acampado no campo de futebol da Sociedade Recreativa e Desportiva Entradense. 
Acesso aos duches do campo.
Acampamento seco: É também possível utilizar um átrio da escola primária de Entradas.
Cada participante deverá trazer o seu saco cama e colchão para colocar no chão frio de tijoleira.
Lugares limitados. Efectuar reserva junto de PédeXumbo, mediante pagamento de caução de 10 euros/pessoa (a ser devolvida no final do evento). Enviar cheque por correio para PédeXumbo - Apartado 2195 7001-901 Évora.
Possibilidade de utilizar Casão nas mesmas condições.
Aparthotel do Castro: Num apoio ao evento, o Aparthotel, em Castro Verde, pratica um preço muito convidativo. No momento da reserva, informe que é participante do Entrudanças.
Quartos duplos: 15euros/pessoa;Quartos triplos: 12.5euros/pessoa (pequeno almoço incluído). 
Tel: 286. 320 250
Estadias em casas particulares: Se deseja alugar um quarto em Castro Verde ou Entradas, contacte directamente o Posto de Turismo de Castro         
Verde: 286 328 148.
      

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--ALIMENTAÇÃO
 

A organização terá ao dispor uma cantina com ementa convencional e vegetariana. 
Custo por pessoa 6 euros. Funcionará no Centro Regional de Entradas (CRE).
Em Entradas, poderá ainda comer nos seguintes restaurantes:
O Celeiro
Rua Nova da Feira,1
T. 286915200
A Cavalariça
Rua dos Escudeiros, 3-A
T. 286915491
O Messias (O Alentejano)
Estrada de Castro, IP2
T. 286915350

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--TRANSPORTES
 

Castro Verde é servido pela Rede Expressos.
Poderá depois ir até Entradas num transporte cedido pela Câmara Municipal de Castro Verde (gratuito). Partida na paragem dos Expressos, ás 18:30. Só!!. Em alternativa poderá apanhar os autocarros normais, mas atenção que não efectuam serviço ao fim-de-semana:

Horários
Castro Verde – Entradas
06H50
07H55
08H27
13H30
18H00
Paragem: Centro Coordenador de Transportes

Entradas – Castro Verde
13H15
17H25
18H15
19H55
Paragem: Início e Fim da Vila de Entradas

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--ORGANIZAÇÃO
 

PédeXumbo em colaboração com a Câmara Municipal de Castro Verde.
Apoios Sociedade Recreativa e Desportiva Entradense Junta de Freguesia de Entradas Associação de Cante Alentejano “Os Ganhões de Castro Verde” Associação de Cante Alentejano “Os Cardadores” Associação de Cante Alentejano “Vozes das Terras Brancas” Cortiçol – Cooperativa de Informação e Cultura Liga para a Protecção da Natureza Fábrica – Projecto Experimental de Artes Plásticas de Castro Verde Aparthotel do Castro Região de Turismo da Planície Dourada Câmara Municipal de Évora Associação Gaita de Foles Associação de Jovens Carpe Diem na Aldeia Paróquia de Entradas
A PédeXumbo é uma estrutura subsidiada por Ministério da Cultura / Instituto das Artes
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  --GRUPOS
   

 

 

Associação Gaita de Foles 

A ideia de constituir a Associação Gaita de Foles surgiu em 1994, através da reunião de muitas pessoas 
apaixonadas pelo instrumento e a sua tradição portuguesa, sendo uma instituição dedicada não só ao contexto 
português do instrumento, extremamente rico, mas também a todos os instrumentos do género que existem um 
pouco por todo o mundo, de Portugal à França,  do Magreb à Ásia. Hoje, para além incluir gaiteiros, artesãos, 
músicos, professores e investigadores de todo o país, é também uma instituição que acolhe e apoia o trabalho 
de numerosas publicações, escolas, grupos musicais, investigação etnomusicológica, etc.       
http://www.gaitadefoles.net/ 

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Chuchurumel      

Após o lançamento do primeiro disco (“No Castelo de Chuchurumel”), ocorrido em Junho de 2005, o grupo 
estreia um novo espectáculo: Tapete Voador. A música tradicional portuguesa, ao passar pela peneira 
Chuchurumel, deixa-se influenciar por elementos contemporâneos que nos tocam, tanto quanto as nossas 
raízes musicais mais profundas. 
No Tapete Voador cruza-se a tradição musical popular portuguesa com o processamento digital do som, 
com programações e com a música electrónica. Voam todos juntos, dando assim origem a um projecto 
musical ímpar no panorama da música portuguesa. Pretende-se, portanto, recriar a música tradicional, 
lançando mão a recursos e a estéticas que, à partida, pertencem a outros universos musicais.
No Entrudanças poderemos assistir a alguns temas dos álbuns aqui mencionados bem como do “baile 
pu pular”, tocando músicas especificamente para baile.
César Prata: Adufe, bandolim, groove box, guitarra, peleiras*, percussões, programações sanfona, sibines 
e voz.
Julieta Silva: Caixa de música, concertina, pad de percussão, percussões, programações, punkeira*, 
sibines* e voz.
* Instrumentos construídos por César Prata

www.chuchurumel.com

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Dançarilhos

Os Dançarilhos são um grupo de amadores das danças populares de raiz tradicional – sobretudo portuguesas 
e europeias – que se dedica ao seu estudo e divulgação. Neste sentido, dinamizam diversas actividades 
centradas nessas danças, com o objectivo de incentivar a sua descoberta num ambiente lúdico e agradável, 
procurando sempre que possível uma participação activa por parte do público. 

http://dancarilhos.no.sapo.pt/

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fol&ar        
João Salvado - Concertina
Hugo Lopes - Concertina 
Miguel Gelpi - Contrabaixo

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Genny Lemos

Terminou em Janeiro de 2006 o Curso Hip Hop College reconhecido pela “Madonna Grimes Fitness and Dance 
Theatre Company”. Fez “Urban Striptease Aerobics” e participou em vários workshops de Fitness, entre eles: 
“Scream 2005”, “Exponor 2005” e “Convenção FitnessSida 2005”. Fez um Curso de Manequim e Iniciação 
Artística 2b. Professora de Hip Hop no Projecto Mais Vale 2005, em várias escolas de Évora e no ATL de 
Évora, desde Fevereiro de 2005.

www.gennylemos.no.sapo.pt

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Grupo Coral As Camponesas
 
As “Camponesas de Castro Verde” são uma formação que há mais de 20 anos trabalha para preservar e 
divulgar o canto tradicional do Baixo Alentejo.

http://cantoalentejano.com/grupos/?content=caponesas_castro.htm

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Grupo Coral Os Ganhões        
“Os Ganhões” de Castro Verde conhecem o tamanho das palavras que cantam. 
Palavras singelas: terra, sol, Alentejo: palavras imensas. 
“Os Ganhões”  cantam o sentido dessas palavras tão grandes. 
E as suas vozes, espalhadas sobre a terra, entram dentro da gente e são infinitas.
José Luís Peixoto

http://www.ganhoescastroverde.com

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Grupo Coral Vozes de Casével        
Associação VOZES DAS TERRAS BRANCAS, uma associação cultural na freguesia de CASÉVEL (Castro Verde) 
e que dinamiza e preserva o Cante através dos seus Grupos Corais “Vozes de Casével” e Feminino “As antigas 
Mondadeiras de Casével”. 
Além do Cante aquela Associação desenvolve outras actividades culturais e sociais na sua sede própria, onde, 
com toda a dignidade, tem uma pequena representação de alfaias e outros objectos de uso agrícola e doméstico. 
Por encomenda, e para grupos de pessoas, aquela Associação serve na sua sede a rica gastronomia alentejana, 
podendo em simultâneo ser ouvido o cante num ambiente fraterno e de grande convivialidade.

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Hedvig Priimagi

Começou pela Dança Antiga (medieval e renascentista) pelo grupo Saltatriculi.
Desde 2003, que é monitora de danças tradicionais, da Estónia, dos países Bálticos (Letónia, Lituânia) e Europeias.
Tem participado como monitora e cantora, em vários festivais da Europa, tais como, Damada, Gennetines, 
Andanças, Danzas Sin Fronteras.
Lecciona aulas de dança por toda a Estónia e em alguns festivais com o grupo Viis.
Hedvig, toca e canta nos grupos, Viis, Väike Hellero, Krää, Sinimaniseele, Kui ma ükskord e Eric Théze 
(Place des Miracles).

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Joana Negrão

Passagem por diversas técnicas como a dança Moderna (Graham), dança Clássica entre outras disciplinas, na 
Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.
Experiência em animação de rua e teatro com a Associação Juvenil Imagine, de Setúbal entre 1999 e 2001.
Interesse pelas danças tradicionais europeias desde o primeiro contacto com os festivais de Inverno da 
PédeXumbo em Évora, em 2000 e, desde aí, aprendizagem das mesmas em workshops e festivais em Portugal, 
Espanha e França.
Aluna do Curso de Iniciação à Gaita-de-foles pela Associação Gaita-de-foles desde 2003.
Participação em diversos workshops de Canto Tradicional e Percussões (Adufe e Pandeireta Galega).
Participação como cantora convidada em vários concertos com o grupo Uxu Kalhus junto do qual, também já 
animou alguns bailes de danças tradicionais europeias.
Membro do grupo de danças e músicas tradicionais Galegas e Portuguesas Pula-lhe o Pé (voz, pandeireta, adufe 
e gaita-de-foles) desde 2005.
            
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La Font De La Carota        

La Font de la Carota nasce em Igualada (Espanha) no ano de 1997 como resultado da união de seis músicos de 
diferentes origens musicais (clássica, tradicional, rock...). Ao longo de todos estes anos, La Font tem procurado
o seu som e estilo, experimentando diversas modalidades da música instrumental e vocal inspirada no repertório
tradicional Catalão e de outros sítios.
No ano 2000, gravam a primeira maquete e consolidam-se como grupo de baile actuando entre outros nos 
seguintes eventos em Espanha: "Tradicionàrius de la Pobla de Segur”, “Tradicionàrius del CAT”  (edições 2002,
 2003 e 2004), “Tradicionàrius de las Terres de l’Ebre” “Tradicionàrius de Sa Pobla” em Mallorca.        
La Font de la Carota querem oferecer ao público uma experiência trepidante de baile e danças, cheia de danças 
colectivas, valsas, mazurcas e outras danças populares da Catalunha. Tudo bem alinhado com uma boa dose de 
bom humor, procurando a todo o momento uma ligação muito directa com o público, criando assim um ambiente 
cheio de cumplicidade.
Marc del Pino: Acordeão Diatónico
Àngel Laguna: Sac de gemecs, Sanfona, flautas e pandeireta
Ester Alonso: Flauta transversal
Santi Méndez: Guitarra espanhola e eléctrica
Toni Vilaprinyó: Baixo, colheres e voz
Ildefons Alonso: Bateria

http://www.fontdelacarota.com/

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Lisou (Isabelle) Guerbigny               
Foi monitora de dança tradicional europeia na Escola Pé de Dança, em Évora, e numa série de festivais nacionais e 
estrangeiros. É Membro do grupo Uxu Kalhus (como monitora de dança) e leccionou aulas intensivas de «Danças 
do Poitou» no quadro dos encontros da dança (Besançon - França).          
Desde 1979, participa em vários festivais e encontros de dança tradicional em Portugal e em França. 
Actualmente lecciona aulas de dança europeia em Carvalhais e S. Pedro do Sul.

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Matias 

É um dos grandes dinamizadores de bailes e jam sessions de danças tradicionais europeias por Lisboa, sobretudo 
no Teatro Ibérico onde também realiza trabalho como actor.
Monitor de danças tradicionais europeias na Quinta da Regaleira (Sintra), é ainda responsável pelo Blogue Trad 
Balls, onde se pode encontrar bastante informação, com uma agenda actualizada sobre Bailes, Jam Sessions, 
Festivais, Fotos e Oficinas de Danças Tradicionais que se vão realizando em Portugal e no estrangeiro.
Faz parte dos Dançarilhos e do Rancho Folclórico das Salineiras de Lavos.

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Mercedes Prieto

Formação académica superior em Dança pela FMH/UTL.
Desde 1994 trabalha em cooperação com a Xunta de Galicia para quem realizou cursos de Dança Galega em 
Barcelona, Saragoça, Antuérpia, Nurembergue, Mar del Plata, Lima, Caracas e Valência.
Lecciona Danças Europeias desde 1998 em diversos festivais e instituições em Portugal e no estrangeiro.
Tem vasta experiência de formação de professores e crianças de ensino básico, no âmbito das danças do mundo,
tendo produzido os seus próprios materiais didácticos nesta área.

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Montse Rivera

Monitora de danças galegas, canto e de pandeireta.
Tem realizado diversos trabalhos de recolha e participado em inúmeros projectos e discos na vizinha Galiza.
Actualmente, faz parte dos grupos: Pula-lhe o Pé, Leilía e “Os Xeitosos de Trazo”.

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Pedro Mestre 

A Viola Campaniça, instrumento construído artesanalmente, é uma das referências musicais no campo da tradição
do Baixo Alentejo. Durante muito tempo esquecida, esta viola acompanhou as modas de despique e baldão que se 
cantavam sobretudo em momentos de festa, como a Feira de Castro e os arraiais populares. Actualmente poucos
são os tocadores deste instrumento, agora com alguma projecção. Assim, esta oficina de modas campaniças, 
conduzida pelos tocador (e também construtor) Pedro Mestre, visa transmitir alguns conhecimentos sobre as 
características da viola, do repertório musical existente e das técnicas de construção. Uma actividade que surge
na sequência do novo fôlego que se procura dar à Viola Campaniça, graças ao trabalho de algumas associações.

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Pula-lhe o Pé

O grupo Pula-lhe-o-pé nasce com a ideia de recuperar a cultura participativa que existía há uns anos, um modo 
diferente de estar onde se bailava, cantava e as pessoas relacionavam-se mais através da música.
Nos concertos interpretam temas tradicionais galegos e portugueses, e querem que o público ademais de ser um 
simples espectador passe a formar parte do espectáculo: “que cante e baile connosco”. Ainda que muitos dos que 
os vão ver não saibam bailar, isso não tem que ser uma barreira já que, o que fazem, é ir ensinando duma maneira 
singela e divertida os passos de baile de cada um dos temas, com calma, e buscando acima de tudo uns momentos 
de divertimento e ao mesmo tempo de relaxamento. 
Quando a música soa, todos são parte do espectáculo, procurando que as pessoas se deixem envolver pela magia 
do momento e “dancem connosco”.

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Sons do Vagar       

Sons do Vagar resultam de uma visita à memória vocal e instrumental do Alentejo.

As mudanças que se fizeram sentir na sociedade rural nos últimos 50 anos desencadearam transformações nos 
momentos de sociabilidade e nas práticas musicais que lhes estavam associadas, o que fez repensar as noções 
de tempo e espaço. Despertos pelas memórias de um passado que transporta as suas sonoridades, os Sons do 
Vagar procuram, numa lógica própria do seu tempo, reinterpretar e transportar para o presente estas práticas, 
reproduzindo os ambientes musicais que num contexto rural surgiam como contraponto ao trabalho do campo, 
dando espaço àqueles momentos em que o “vagar” lhes permitia as práticas rituais religiosas ou a folia festiva.

Sons do Vagar juntam um instrumentista e duas vozes femininas que dão corpo a uma ideia que pretende ser uma 
singela manifestação de apreço e reconhecimento da nossa identidade musical.

Do “peditório” à “alvorada” o tamborileiro anunciava a festa, e as vozes das mulheres despertavam nos primeiros 
cantos ao S.João ou ao Menino Jesus, para mais tarde nas noites de Quaresma gritarem as lamentações 
religioso/pagãs da Semana Santa. Com a Primavera, à porta do “monte” ou no terreiro da aldeia, entoava-se a viola 
acompanhando as vozes na descrição da paisagem e amores anunciados... era o ciclo.

Isabel Bilou – Voz
Susana Bilou Russo – Voz
Gil Nave – Tamboril e Viola Campaniça
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Tony Tavares        
António Tavares nasceu em Cabo Verde, onde iniciou o seu trabalho na área da dança. Fundou e dançou          
em diversos grupos de dança no Mindelo, desenvolvendo paralelamente um trabalho de pesquisa sobre a Dança 
Africana. Desde cedo ficou latente o seu talento multifacetado. Trabalhou, entre outros, com Olga Roriz, 
Aldara Bizarro, Francisco Camacho, Rui Nunes e José Laginha, desenvolvendo ao mesmo tempo os seus próprios 
trabalhos, de onde se destacam "Fou-Naná" (a convite do Centro Cultural de Belém-1997) e “SOBREtudo” 
(uma produção do festival internacional de dança contemporânea Danças na Cidade’97), "Danças de Câncer" 
(uma co-produção Portugal/Cabo Verde, com música original de Vasco Martins (1999); coreografou o espectáculo
multimédia “Blimundo”, do cineasta caboverdiano Leão Lopes. Na área da música trabalha, entre outros, com 
Victor Gama (Projecto Pangeia/Kissanges), e com grupos de baile de novas tendências da música tradicional 
cabo-verdiana Sossabe e Trio Founana.
       
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Uma Coisa Em Forma De Assim!

Um dos novos grupos que se movimenta no âmbito dos bailes e das danças tradicionais europeias com a 
particularidade de contar com uma secção de sopros.        

Filipe Valentim – Sax Barítono
Raimundo Semedo – Sax Soprano
Tiago Cordeiro – Sax Alto
Lino Guerreiro – Sax Tenor
Emanuel – Acordeão
Paulo Machado – Baixo
Filipe Simões – Percussão

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