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Língua:
Bailes
A criação artística propõe formas de pensamento absolutamente essenciais numa sociedade massificada e sujeita a fortes pressões de culturas dominantes e mediatizadas. 
Na Pédexumbo, a criação artística de bailes advém de abordagens inovadoras a esta forma de cultura popular secular, partindo de repertórios registados, nomeadamente de edições em livros ou CDs, ou do convite a artistas para desenvolverem um trabalho de criação artística.
As criações artísticas surgem no âmbito de outros eventos e projetos, interligados na relação particular com uma determinada comunidade ou na perceção de um modelo coreográfico capaz de ser trabalho numa determinada comunidade.
São projetos de um especial interesse para o conhecimento, valorização e devolução de estilos coreográficos e, ao mesmo tempo, um incentivo a uma visão criativa e uma atitude reflexiva.

Os bailes criados pela PédeXumbo que de momento estão disponíveis para viajar são os seguintes:

[ ± ] Bail'a Rir
Bail'a Rir – Quem pensa ri  Quem pensa, ri; só não ri quem só faz cara que pensa.  Ri, bruto! (Fernando Pessoa, 'Inéditos') Bailes encenados, uma área de criação da Associação Pédexumbo, apresentam-se como Espetáculos/Bailes, com um alinhamento cénico, cujo ponto de partida são as danças, cantares e outras expressões tradicionais populares.  Em Baile a Rir – “quem pensa ri”, o público bailador enverga uma peça de vestuário ou adereço cómico, excêntrico, desmesurado, em suma, ridículo. Nestes preparos, dança-se as danças tradicionais propostas pelo mandador. Inicialmente com a estrutura tradicional até à sua desconstrução, através do exagero máximo da coreografia, levando a uma peripatética coletiva esquisita, grotesca e ridícula, provocadora de risos. Um Baile para todos, adultos e crianças, pais e filhos… VEM AO BAILE VEM AO BAILE PELO BRAÇO OU PELO NARIZ VEM AO BAILE VEM AO BAILE E VAIS VER COMO TE RIS Diretora Artística / Figurinos: Diana Regal Alinhamento cénico: Diana Regal, Mara, Ana Silvestre, Vicente Camelo, Tozé Bexiga Produção: PédeXumbo Vídeo promocional
[ ± ] Pedem-te a Mão e Tu Dás o Braço
Recolheram-se danças, cantares e outras expressões tradicionais populares, trabalhou-se a interação entre interpretes e públicos e, aos poucos, foi nascendo a nova produção da PédeXumbo, Pedem-te a Mão e Tu Dás o Braço.  Neste baile-espetáculo, o espetador é colocado no lugar de ator e bailarino, convida-se à reflexão (ainda que inconsciente) sobre a semiótica do corpo que se dualiza em objeto-observador, capaz de interiorizar e interpretar signos exteriores que o rodeiam. Signos que tocam a construção do Outro a partir do Eu. Eu e Eu, o Outro e Eu, e Todos, dançam!  Diretora Artística / Figurinos: Diana Regal Alinhamento cénico: Diana Regal, Márcio Pereira, Marta Guerreiro e Tozé Bexiga Mandadores de baile: Márcio Pereira e Marta Guerreiro Músico: Tozé Bexiga Produção: PédeXumbo
[ ± ] Terreiro - Baile Português (Residência d'A Dança Portuguesa a Gostar Dela Própria)
No âmbito do projeto A Dança Portuguesa A Gostar Dela Própria, numa parceria da PédeXumbo com a A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, vai realizar-se entre 30 de maio e 4 de junho 2016, em Caminha, com o apoio da EDP, uma residência de uma semana para a criação de um baile de repertório português, partindo de danças recolhidas no âmbito d'A Dança Portuguesa a Gostar Dela Própria. Os músicos e monitora de dança partem de vídeos e criam novos arranjos para dançar as mesmas danças filmadas, num projeto que será apresentado no Encontro de Tocadores de Caminha a 4 de Junho. Esta residência conta com a participação de: Carlos Batista, cantautor e multi-instrumentista natural de Anadia . Autodidata, toca vários instrumentos tradicionais sendo a sua maior dedicação os cordofones. Integrou vários projectos de música tradicional e folk onde se destacam os Capagrilos, Girasol e Zingamocho. Neste momento apresenta-se num espetáculo a solo onde privilegia os cordofones tradicionais e o canto, numa mistura de temas tradicionais e originais. È professor na Escola de Artes Musicais Portuguesas de cordofones na cidade do Porto. Nos últimos anos tem dedicado parte do seu tempo a projetos de música comunitária e este ano integra o curso de Animadores Musicais da Casa da Música. Diana Leitão Azevedo, iniciou aos 6 anos de idade a sua formação em dança, obtendo o 6º Grau de Ballet Clássico da Royal Academy, e aos 14 em música, obtendo o 4º Grau de Conservatório em Violino. Desde 1997, dedica a sua carreira à dança e à música tradicional, sendo docente, bailarina, coreógrafa  e violinista. Na sua formação em dança destaca formações com: Maurizio Padovan (Faculdade de Musicologia da Universidade de Pavia- Itália), Marina Piškorić (National Folk Dance Emsemble of Croatia), Tullia Gibescu (National Dance Center of Bucharest – Roménia), Sophie Kalisz (Bélgica), Isabelle Guerbigny (França), Mirjam Dekker (Holanda), Mercedes Prieto e Sérxio Cobos (Espanha), Javier Muela (Espanha), Mónica Sava (Itália), Prisca Diedrich (Alemanha), Peter Piszczatowski (Polónia) e Olena Yeremenko (Ucrânia). Actualmente, lecciona Danças Tradicionais para adultos no Centro de Formação Cultural do Contagiarte, na Associação Académica e Cultural de Ermesinde e no Giu - Grupo de Intervenção Urbana de Espinho; para séniores na Associação Cultural e Recreativa Sabedoria de Canelas; e Dança Criativa para Crianças na Educasom - Associação de Artes e Cultura. Desde 2010, dedica-se à organização de cursos e eventos promotores da cultura tradicional, destacando entre outros o Festival Byonritmos, onde desempenha funções de programação e produção. Desde 2010, exerce funções de direcção (Presidente da Direcção) na Popolomondo - Associação Cultural, associação sem fins lucrativos que pretende promover a cultura através da criação, da inovação e da investigação da dança, da música, entre outras áreas artísticas. Nas artes performativas, destaca, entre 2004 e 2010, a sua integração como compositora, violinista, cantora e bailarina, no grupo de world music MU, vencedor do Prémio Carlos Paredes 2009. Actualmente desenvolve a sua actividade com os grupos de baile folk Bailómondo e Dunya, e o grupo de Dança Inclusiva Síncrone. Joana Maria iniciou os estudos do Canto em 2005 e frequeentou o curso de Música e Novas Tecnologias da ETIC_ Escola Tecnica de Imagem e Comunicação. Na vertente de instrumento teve aulas de técnica vocal com Inês Martins e Barbara do Canto Lagido. Estudou harmonia; formação musical e instrumento na Jbjazz e na Escola de jazz do Barreiro. Em 2009 descobre a vocação para dar aulas; inicia actividade em escolas publicas e privadas, e a diferentes níveis de ensino. Venceu um concurso de bandas em 2013 Projecto trampolim no Festival Graça ao re_verso com o projecto de originais "GATA FUNK", e no mesmo ano também foram escolhidos entre 600 bandas inscritas para tocar no Santiago do Alquimista no concurso EDP LIVE SESSIONS. Continua a explorar outros projectos musicais dentro do Jazz/blues e Rock.  Recentemente explora a guitarra clássica num trio de música tradicional que se formou no Entrudanças, os CORAÇÃO DE LÃ. Ricardo Coelho, nascido em 1979, em Vila Nova de Gaia. Iniciou aulas privadas de piano clássico com 11 anos de idade e aos 19 começa com a sua auto-aprendizagem em Gaita-de-foles, tendo sido acompanhado mais tarde pela professora galega, Maria Xosé López Villar. Participou como gaiteiro e flautista nos grupos “Arrefole” de 2000 a 2005, “Bailebúrdia” 2005 a 2009, “Lúmen” de 2005 a 2007, “Trovas de Amigo” de 2008 a 2009 e “Míscaros” 2008 a 2012. Atualmente, participa nos grupos, “Pé na Terra”, “Karrossel”, “Zingamocho”e recentemente a “Criatura”. Com 8 álbuns editados entre 2006 e 2015 e inúmeras participações em discos como convidado. Paralelamente dá aulas de Gaita-de-foles desde 2004, na região norte e centro de Portugal. Em 2015 entra para Academia de Artes de Chaves como docente no curso de Música Tradicional a lecionar Gaita-de-foles e na Escola de Música tradicional de Montalegre. Fundou e dirige o projecto “Gaiteirus.com”, que tem como propósito o estudo e divulgação da Gaita-de-Foles em Portugal. Pedro Calado, músico percussionista há 20 anos, formado em antropologia, especializado em música étnica, nomeadamente na diáspora portuguesa. Integra os grupos “Gaiteiros de Lisboa” e “O Baú” tendo também tocado com nomes tão diferentes como são os de José Mário Branco,Ana Moura,António Zambujo,Amélia Muge,Velha Gaiteira ou O Ó que som tem? Professor e formador já dirigiu em Portugal,Espanha,Alemanha e Inglaterra projectos dedicados à percussão. Trabalha actualmente com a orquestra “Alta Batida” vocacionada para a transmissão e desenvolvimento da percussão tradicional portuguesa. É também produtor executivo nas diversas artes do espetáculo.Desde música a dança e teatro,já fez de tudo um pouco. Actualmente trabalha assiduamente com António Zambujo,Ricardo Ribeiro,Couple Coffee,Paulo Flores e Tocá Rufar.
[ ± ] Baile da Histórias – Baile Mandado
Baile das Histórias apresenta-se como um Baile com um alinhamento cénico dado através de danças de roda, histórias e lengalengas contadas e dançadas, ditos antigos e cantilenas de crianças de agora. Uma festa coletiva capaz de enlear gerações, que dá a ver olhares e gestos do feminino. Na hora de escolher uma personagem Bicho ou Homem, na primeira música “que linda falua”, o público/ator participante está também a escolher uma personagem para integrar a grande roda e assim assumir, com a ajuda de adereços de vestuário (golas, chapéus, lenços, e outros) construídos para o efeito, um corpo com uma função no jogo social que se impõe no Baile. Baile das Histórias tem um formato de espetáculo multidisciplinar, baseado no universo da pintora Paula Rego, com uma curiosa componente performativa que coloca o espetador no lugar de ator/bailarino levando a uma reflexão, ainda que inconsciente, da semiótica do corpo, que se destaca da cena. Isto é, a performance acontece quando é vivenciada por um corpo, enquanto “objeto de inscrição de signos/códigos” (José Gil, cit. por Maria Augusta Babo). Este corpo dualiza-se em objeto-observador capaz de interiorizar e interpretar os signos exteriores que o rodeiam. Coordenação plástica: Diana Regal Criação e produção de objetos: Diana Regal e Dina Piçarra Alinhamento cénico: Ana Silvestre, Diana Regal, Marta Guerreiro e Mercedes Prieto Mandadoras de baile: Ana Silvestre, Marta Guerreiro e Mercedes Prieto Acordeonista: Eva Parmenter e Sergio Cobos Voz: Eva Parmenter e Mara Co-produção e Co-criação: Casa das Histórias Paula Rego e PédeXumbo Direção Técnica: João Bacelar
[ ± ] Aqui há Baile – Baile mandado com o grupo Aqui há Baile
O Grupo Aqui Há Baile surgiu em Setembro de 2011, a partir do convite da PédeXumbo para a dinamização do repertório Alentejano do caderno de Danças do Alentejo, publicado pela PédeXumbo. Sérgio Cobos, diretor musical, reuniu um grupo de músicos profissionais residentes em Évora, que têm desenvolvido percursos em diversos projetos musicais. Quatro pilares fundamentais da música, unidos pela dança, como são a música de raiz tradicional, Sergio Cobos, a música clássica, Samuel Santos, o rock, Zeps e o fado, Mara. Porque AQUI HÁ BAILE, e se não há FAZ-SE!!!! Sergio Cobos (Direção Artística e Acordeão) Mara (Voz) Zé Peps (Bandolim, ukélélé e cavaquinho brasileiro) Samuel Santos (Violoncelo) Ana Silvestre (Monitora de dança) Produção: PédeXumbo Classificação Etária: M5 Duração: 1h30 N.º Participantes (Max.):  300 pessoas, de acordo com sala Oficina: Pode incluir oficina de dança antes do baile (pedir condições) Mais informações, aqui.
[ ± ] Baile dos Gordos
Baile mandado com reportório de músicas do mundo com música ao vivo // Figurinos de corpos gordos para os participantes O “Baile dos Gordos” é um baile popular onde o corpo é convidado a dançar com um desconhecido, que ele próprio enverga. Os dançarinos, voluntários de entre o público, têm à disposição indumentárias à escolha que os transformam em corpos gordos, de formas generosas e roliças, próprias para uma dança ritmada. Durante o baile, um monitor ensina os passos de dança. O público que queira tem à disposição figurinos de corpos gordos, que veste por cima da sua própria roupa. Diretora Artística / Figurinos: Diana Regal Produção: PédeXumbo Figurinos: 20 femininos, 20 masculinos e 20 criança Duração: 1h30 Classificação Etária: M5 Público-Alvo: Famílias, todo o público N.º Participantes (Max.): 300, de acordo com espaço
[ ± ] Baile Zampadanças
Baile para adultos e crianças com reportório do livro/CD-R Zampadanças, de músicas do  mundo. Zampadanças do mundo – danças à carta O cozinheiro que nos guia através de diversos países do mundo utilizando diferentes receitas para ensinar-nos danças muito divertidas, dando-nos a experimentar o sabor dos ritmos e fazendo sugestões para acompanhar cada prato/dança: A partir  do livro / CDR Zampadanças criou-se este baile que tem como repertório danças e as músicas que este livro apresenta. Músicas de diferentes partes do mundo que recriam as melodias das coreografias propostas por um cozinheiro que nos guia através de diversos países do mundo utilizando diferentes receitas para ensinar-nos danças muito divertidas. Monitora de dança: Mercedes Prieto Músico: Sergio Cobos Figurinos: Diana Regal Produção: PédeXumbo Duração do baile: 1h30 Classificação Etária: M/5 Público-Alvo: Todos / famílias N.º Participantes (Max.): 300, de acordo com espaço Oficina: Pode incluir oficina de dança antes do baile (pedir condições) Ver vídeo.
[ ± ] Baile Pezinhos de Lã
Baile a partir do livro-CD-DVD Pezinhos de Lã com ilustrações de João Vaz de Carvalho e textos de Mercedes Prieto e Montse Rivera. O livro Pezinhos de Lã é um trabalho de recolha de canções e danças tradicionais galegas e portuguesas, publicado pela editora Kalandraka que ensina canções, bailes de forma agradável, divertida e participativa. O CD é uma produção musical de Pedro Pascual com colaborações de Guadi Galego e Celina Piedade. O grupo Pesdelán está constituído por 5 músicos com Mercedes como mandadora do baile. É um baile com música ao vivo que pretende recuperar o espírito participativo das festas. Uma proposta atrevida cuja finalidade é substituir o conceito de público espectador por público participante. No repertório há 12 temas em português, mirandês e galego – dois deles inclusivamente de origem brasileira – com arranjos musicais originais. Formação do grupo:  Uxía Cribeiro (voz e percussão)  Mercedes Prieto (voz e ensino de danças) Xan Pampín (acordeão)  Carlos Freire (percussão)  Miguel Flores (guitarra) Amando Bottardi (baixo)  Produção: Merlo Branco e PédeXumbo
[ ± ] Criação de Bailes
Bailes mandados com reportório e interpretação musical por banda local A Pédexumbo cria bailes a partir das ligações com o lugar onde vai ser apresentado. Mercedes Prieto irá trabalhar a partir do reportório de baile de bandas locais fazendo uma ligação com as raízes das pessoas que vão dançar. Poderá fazer um acompanhamento à banda de forma a fazer arranjos e adaptações ao contexto de baile como são os ritmos, andamento e duração dos temas. Organização do repertório e adaptações para diferentes públicos e locais. Interação dos músicos com o público e formação de pessoas locais ligadas à dança para continuação do trabalho com a banda. Sensibilização para a pesquisa e investigação de melodias próprias da zona geográfica onde se insere este trabalho. Mandadora: Mercedes Prieto Produção: PédeXumbo
Contacto: Marta Guerreiro - marta.guerreiro@pedexumbo.com | 927 808 864 Descarregue aqui o catálogo completo com as propostas para itinerância atuais.
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